A análise partiu do cardiologista Sérgio Timerman, diretor do laboratório de treinamento em emergências cardiovasculares do Instituto do Coração. Ele participou de um estudo semelhante em Blumenau, realizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, há dois anos, após um episódio de enchentes. Em seu levantamento, chegou à mesma incidência encontrada pelas pesquisas internacionais. Nesses eventos, os males cardiovasculares crescem de três a seis vezes. “O que acontece é uma catástrofe dentro de uma catástrofe”, diz.
O risco não é exclusivo para os sobreviventes das tragédias. Familiares, amigos e até mesmo pessoas que acompanham o drama a distância, pela televisão, também ficam mais vulneráveis às consequências cardíacas. Leia mais.
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