
Em janeiro deste ano, as imagens do maior desastre natural já ocorrido no
país comoveram os brasileiros, provocando uma onda de solidariedade em direção à
Região Serrana do Rio.
Passados seis meses das enxurradas, que mataram mais de 900 pessoas, uma
investigação protegida por sigilo de Justiça, em curso no Ministério Público
Federal, revela o pior do ser humano: enquanto equipes trabalhavam dia e noite
nas buscas por sobreviventes, um grupo de funcionários públicos e empresários
teria acertado o reajuste de propinas para aprovar contratos sem licitação,
embolsando verba liberada para ajudar sobretudo os mais necessitados.
A investigação mostra que o percentual da propina, que normalmente era de
10%, na tragédia quadruplicou, passando para 50%.
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