segunda-feira, 25 de julho de 2011

Camareira quer ver DSK preso e sem poder ou dinheiro




Capa da 'Newsweek': primeira entrevista da camareira 

A camareira guineana que acusou o ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, de tentar estuprá-la num hotel de Manhattan fez seus primeiros comentários públicos sobre o caso polêmico durante uma entrevista à revista "Newsweek".

A mulher, que teve o nome protegido por conta de um programa de suporte à vítimas de agressão sexual, se pronunciou na esperança de limpar seu nome que foi envolvido em um escândalo internacional, informou a imprensa americana neste domingo.

- Por culpa dele agora me chamam de prostituta - declarou a mulher à revista Newsweek. - Quero que ele vá para a prisão. Quero que ele vá para algum lugar onde não possa usar o poder nem o dinheiro - disse.

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