segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O bem e o mal nas profundezas da web


O fechamento em 2 de outubro do site Silk Road (foto abaixo), onde se comercializava on-line serviços e produtos ilegais — como drogas, armas e documentos falsificados — trouxe novamente à berlinda a existência de uma internet quase oculta, conhecida como web profunda (deep web, em inglês). Estima-se que essa região da rede teria até 400 vezes o tamanho da web visível. Um lugar onde a privacidade é a coisa mais importante. A ideia inicial da turma que criou essa rede oculta era oferecer uma opção para quem precisa navegar ou publicar na rede sem ser rastreado por questões de segurança.

É o caso dos autores de um blog do Zimbabwe que usam a rede Tor para poder denunciar, sem serem identificados e presos, as barbaridades que o governo do ditador Robert Mugabe comete no país. Mas a garantia de anonimato também acabou atraindo a atenção de quem quer burlar a lei e comercializar metanfetamina on-line, por exemplo. Ou seja, a web profunda não é intrinsecamente boa ou má, mocinho ou bandido.


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