Segundo reportagem da revista científica "Science", a descoberta data do século I antes de Cristo, sendo o exemplar mais antigo de calendário astronômico conhecido.
O arqueólogo da Universidade de Boston, William Saturno, escreveu um artigo sobre o mural na publicação. Na visão do especialista, a ideia de "fim de mundo" presente nos calendários maias é equivocada. Na realidade, segundo Saturno, os limites de tempo escritos por aquele povo significa apenas o começo de um novo ciclo.
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