No acumulado do ano, a gestão de Dilma registra a segunda pior marca já obtida desde a edição do primeiro relatório, em 2003: o placar das exonerações alcançado no mês passado só perde para as 433 demissões ocorridas nos primeiros nove meses de 2011.
Os dados da CGU mostram ainda que o Rio de Janeiro, com 77 exonerados, voltou a liderar o ranking da corrupção na máquina federal, deixando São Paulo em segundo lugar, com 43 demitidos, e o Distrito Federal em terceiro, com quarenta.
O relatório mostra ainda que os ministérios da Justiça (88 degolados) se mantém à frente da Previdência (87). Com 59 exonerados, a Educação continua em terceiro lugar. Com os dados de agosto, o governo chega a 3 927 servidores expulsos por irregularidades, desde 2003.
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