Além do auditor fiscal José de Jesus Ferreira, que investigava o envolvimento do “empresário” em um esquema de contrabando, Farhad Marvizi é acusado de mandar matar 11 pessoas em Fortaleza, dentre eles Francisco Francélio, que trabalhava no mesmo ramo do iraniano – venda de produtos eletroeletrônicos – e teria sido executado, em julho de 2010, pelo simples fato de ser concorrente.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Só falta o Brasil atender pedido do Irã e libertar assassino da cadeia
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