Conforme as investigações, o grupo teria se beneficiado do esquema montado pela máfia israelense e os bicheiros do Rio de Janeiro para venderem seus veículos de luxo com um preço muito abaixo do valor de mercado.
Durante a operação denominada Black Ops, foram apreendidos 35 carros de luxo em todo o território nacional, dentre eles havia um Lamborghini Gallardo LP 560, avaliado em R$ 1,3 milhão, em, São Paulo.
A PF apreendeu em Curitiba, no Paraná, na casa do jogador Kleberson, um Jeep Hummer. Em nota o atleta informou que comprou o automóvel "em uma empresa de funcionamento regular e que valor foi pago integralmente , de forma ajustada, e como consta na nota fiscal" emitida em seu nome.
Além de Kleberson, os outros jogadores envolvidos na investigação juntamente com os cantores Latino e Belo, informaram que as documentações dos carros estão corretas.
Ainda segundo as investigações federais, os famosos e empresários que adquiriram seus automóveis, teriam comprado com a quadrilha obtendo descontos de até R$ 150 mil. Caso não consigam comprovar que compraram o carro de forma correta, os seus proprietários poderão ser processados pelo crime de contrabando.
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