Parece que esta pesquisa veio pra enlouquecer a turma da Iriny na Secretaria Nacional da Mulher. O que fazer? Condenar a London School of Economics? Proibir que a imprensa brasileira divulgue, assim tipo, controle social?
“A aspiração feminina de casar bem, com um homem mais graduado e com um salário maior que o dela persiste na maioria dos países europeus. As mulheres continuam a usar o casamento com alternativa ou complemento à carreira”, diz a pesquisadora.
A pesquisa mostra que 20% das britânicas casaram com homens de graduação bem maior que elas em 1949. Na década de 90 a porcentagem de mulheres decididas a casar bem saltou para 38%, com aumento similar no resto da Europa, nos Estados Unidos e na Austrália.
A pesquisa diz ainda que muitas mulheres não admitem que querem mesmo ser donas de casa – mesmo para seus maridos.
“Apesar do que as feministas dizem, a verdade é que muitas mulheres e homens têm aspirações diferentes em relação a carreira, prioridades e objetivos de vida”, diz a pesquisadora.
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