Escolha seria uma forma de incentivar as mudanças em curso nos países islâmicos que vivem sob ditaduras
O prazo para as inscrições dos candidatos se encerrou no dia 1º de fevereiro, pouco depois do ditador Zine El Abidine Ben Ali deixar o poder na Tunísia e antes da queda de Hosni Mubarak no Egito. Embora ainda não esteja claro qual será o futuro político dessas nações, o prêmio poderia ser entregue aos rebeldes como forma de incentivar as mudanças em direção à democracia.
Outros nomes - Na casa de apostas virtual Unibet, no entanto, os favoritos para ganhar o prêmio são a presidente da Comissão Afegã Independente de Direitos Humanos, Sima Samar, e os cubanos Osvaldo Payá e Oscar Elias Biscet. E acima de todos eles aparece a opositora birmanesa Aung San Suu Kyi, que foi libertada no final de 2010 após vários anos de prisão domiciliar. A ativista recebeu o Nobel em 1991 e por isso os especialistas acham improvável sua escolha esse ano.
| E pra mim, nada? |
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