Considerada 'linha dura', ela estava em uma lista de marcados para
morrer.
Dez pessoas já prestaram depoimento na Divisão de Homicídios nesta
sexta.
A juíza Patricia Acioli, assassinada na madrugada desta sexta-feira (12), na
porta de casa, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, foi atingida por 21
tiros, afirmou o delegado titular da Divisão de Homicidio, Felipe Ettore.
"A juíza sofreu uma emboscada, foi alvejada por 21 disparos e agora estamos
investigando o autor e o mandante da execução", disse. Segundo ele, 60% do
efetivo da DH trabalha na investigação.
Os dois calibres usados no crime (.40 e .45) são de uso restrito da
polícia.
Até a tarde desta sexta, mais de 10 pessoas prestaram depoimento. Entre as
testemunhas, o namorado da juiza, o Policial Militar Marcelo Poubel, que falou
durante mais de 6h na DH. As outras testemunhas ouvidas foram vizinhos da juíza.
Nenhum parente prestou depoimento ainda.
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