Os
recentes escândalos de corrupção nos ministérios, com o afastamento de ministros
e de outros funcionários do alto escalão em Brasília, são destaque na edição
desta semana da revista britânica "The Economist", que analisa as consequências
que a reação da presidente Dilma Rousseff às denúncias pode causar ao seu
governo.
Segundo o artigo, "Dilma chegou ao Palácio com a reputação de uma
gerente 'no-nonsense', mas que nunca havia ocupado o cargo anteriormente. Quase
oito meses depois do início de seu mandato, Dilma Rousseff se viu sugada para
dentro do pântano político que é Brasília".
A revista, porém, elogia a atuação da presidente diante dos escândalos, que
levaram à saída de ministros como Antônio Palocci, da Casa Civil, Alfredo
Nascimento, dos Transportes, e Wagner Rossi, da Agricultura, além de dezenas de
diretores e servidores dos Transportes.
A prisão de 30 funcionários do Ministério do Turismo, incluindo o homem de
confiança do ministro, por suspeita de roubo de dinheiro público também é
destaque no artigo. "No meio de tudo isso, a presidente demitiu o ministro da
Defesa", destaca a publicação.
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