O município, no Sertão Central do Ceará, foi escolhido por causa da forte
incidência solar ao longo do ano. A cidade também forneceu metade dos operários
que fizeram a montagem da usina. Ainda segundo a empresa, a usina deve gerar 9
mil empregos diretos.
O grupo, do empresário Eike Batista, pretende aumentar a capacidade para
chegar a produzir 5 megawatt. O EBX tem autorização da Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel) e licença da Superintendência Estadual do Meio Ambiente
(Semace) para fazer a expansão.
Atualmente a MPX Tauá tem uma área de 12 mil metros quadrados e 4.680 painéis
fotovoltaicos, fabricados pela empresa japonesa Kyocera. Os painéis absorvem a
luz do sol e a transformam em energia elétrica. A usina solar é ligada ao
Sistema Interligado Nacional por meio de uma subestação da empresa distribuidora
de energia do Ceará, a Coelce.
O investimento custou R$ 10 milhões e contou com aporte de US$ 700 mil do
Banco Internacional de Desenvolvimento (BID). O Governo do Estado do Ceará
incentivou o empreendimento com a criação do Fundo de Incentivo à Energia Solar
(Fies). O Fies garante a compensação tarifária entre a energia elétrica solar e
a energia elétrica convencional.
A MPX Tauá também fez parceria com Universidade Estadual do Ceará (Uece),
cujos alunos receberão informações meteorológicas da usina para análise e
monitoramento das informações.
Um comentário:
Clovis
Muito legal esta postagem. Ainda hoje tinha pensado num projeto como este.
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