O governo federal não se concatena. Veja bem, o ministério da saúde lançou uma campanha nas redes sociais para reduzir o estigma em torno da prostituição. Uma das peças diz: “Eu sou feliz sendo prostituta” e tem profissionais do sexo como protagonistas.
Segundo o governo, a intenção da campanha é reduzir o preconceito e estimular a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.
Onde está a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, que anos atrás quis tirar do ar uma propaganda estrelada por Gisele Bündchen, alegando que a propaganda reforçava o“estereótipo equivocado da mulher como objeto sexual”?
Agora a mulher pode ser um objeto sexual?
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