Trecho do artigo publicado na última página de VEJA: O clube, a Rede Globo (que conta com o Corinthians como um pilar de sua audiência) e boa parte da mídia esportiva falaram muito em punição “injusta”. Sustentam que o clube não tem nada a ver com a “conduta isolada” de torcedores marginais. É falso: o Corinthians tem tudo a ver, na pessoa do seu presidente, Mário Gobbi (um delegado de polícia, por sinal), e de todos os demais diretores da área de futebol profissional. Não apenas agem em cumplicidade aberta com os marginais das torcidas organizadas, mas garantem a sua existência — abrem as salas de diretoria para elas, financiam suas atividades e dão cobertura para os crimes que cometem.
Um comentário:
Muito bem colocada esta questão. A globo é a maior responsável por tudo isso até porque deve levar uma boa comissão das empresas aéreas que levam os torcedores para outro país. Sendo assim aqui ou fora do país acredito eu que ela não faz nada de graça, ou seja, numa edição do BBB ela arrecada uma fortuna pela maneira com que induz as pessoas a participarem. Com o futebol não é diferente, e agora deve estar defendendo tudo isso para que acabe logo e seus cofres venham a receber dividendos novamente. Achei até estranho num dos programas do globo esporte logo após este evento terrível, o Tiago Leifert falar alto e em bom som que o Corinthians tinha que ser punido severamente.
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