Segundo a reportagem, o traficante brasileiro Maximiliano Dorado Munhoz Filho se reuniu em 2010 na cidade boliviana de Santa Cruz (leste) com o ministro Juan Ramón Quintana, na época diretor de uma agência de fronteira. Quintana nega. A revista diz ter se baseado em relatórios de inteligência da própria polícia boliviana.
Pois bem, o governo de Evo no lugar de apurar a denúncia ou ir atrás do relatório de sua própria polícia, anuncia que vai processar a revista brasileira, que não tem “honestidade e responsabilidade”.
Acho que a Bolívia vai acusar a revista de tentativa de golpe contra um presidente bolivariano, sem estudo, sem noção, sem mulher e sem dedinho – ôpa, sem dedinho é Lula -, e vai propor a nacionalização da Veja, que passará a se chamar Mira e escreverá apenas o que a assessoria de imprensa do governo autorizar, assim tipo, pra não tumultuar El revolución.
PS: o Brasil está ficando mesmo bananinha. Esta semana o jornalista Ancelmo Gois revelou em sua coluna que Chávez, o ditador venezuelano, reclamou a amigos brasileiros que participavam do Foro de SP em Caracas, que “setores da sociedade brasileira fazem campanha contra seu governo” e que a “embaixada venezuelana no Brasil tem dificuldades para reagir”. É mole? Só para lembrar, dentre os brasileiros que participaram da conferencia estavam Lula e Zé Dirceu, o chefe da quadrilha do mensalão, segundo a PGR.
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