O Itamaraty informou que o pedido do senador ainda está sob análise. Não há prazo para o governo brasileiro decidir sobre o tema.
Evo Morales, por meio de assessores, negou a perseguição a Molina e o acusou de corrupção e desvio de recursos públicos, além de não prestar esclarecimentos à Justiça do país.
Acho que o senador escolheu a embaixada errada. Se fosse um terrorista, já estaria até com emprego no governo brasileiro.
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