O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), decidiu declarar que abre mão de seus respectivos sigilos para tentar marcar uma diferença em relação a Marconi Perillo, governador de Goiás (PSDB), que, ontem, afirmou ser essa uma decisão da CPI, não dele. Perillo deu essa resposta quando foi tratado pelo relator, Odair Cunha (PT-MG), como investigado, o que ele não é.
Os governistas, que estão atuando como verdadeiros guarda-costas de Agnelo, estavam fazendo onda com a sua suposta disposição de abrir o sigilo, decisão que estava sendo tomada como evidência de sua lisura, em contraste com Perillo, que teria resistido.
Pois bem: o líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo, acaba de anunciar que também Perillo abre mão de seu sigilo e propôs que a CPI votasse isso ainda hoje. O deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que está presidindo a comissão no momento, afirmou que o tema só será discutido pela CPI na reunião administrativa de quinta.
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