Quando Jaques Wagner chegou ao Congresso, o jornalista Jorge Moreno, de O Globo, fez um perfil “desse ex-trabalhador carioca” em sua coluna do dia 06/08/2005:
“O Congresso todo é só elogios ao novo articulador político do governo. Simpático, Jaques Wagner, desde os tempos de liderança sindical, quando tinha o apelido de Vaselina, sempre foi muito jeitoso no trato com adversários.
Mas padece da virtude dos hiperativos. É do tipo devagar, quase parando.
Dizem até que a única diferença entre o gênio Dorival Caymmi e Jaques Wagner é que um nasceu baiano e mora no Rio e outro nasceu carioca e mora na Bahia. A rede é a mesma.”
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