| O vigarista está morrendo de medo de uma CPI |
Ex-menino de rua, cantor de pagode gospel e líder do PR no Senado, político resiste em deixar base de apoio ao governo Dilma; o motivo é justo (do ponto de vista dele): seu irmão Maurício tem cargo no Dnit
"Eu não sou criança para anunciar outra coisa agora, eu sou homem de uma palavra só", protestou Malta, afirmando que ninguém manda nele. O líder do PR mantém um cargo no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit): Maurício Malta, seu irmão, é assessor parlamentar da autarquia. Sobre isso, o senador declarou que se trata de um cargo técnico que está "à disposição da presidente Dilma Rousseff".
Além de Malta, o vice-líder do PR, senador Clésio Andrade (MG) e outros senadores da legenda também resistem à saída do PR da base aliada. O PR tem 41 deputados federais e sete senadores. Malta lembrou que na última semana anunciou no plenário o desligamento do PR do bloco governista no Senado. Isso significava apenas a desvinculação do bloco liderado pelo PT (que ainda abrange PR, PSB, PCdoB e PRB), mantendo o partido na condição de "apoio crítico" ao governo.
O anúncio de independência a ser feito por Nascimento significaria o rompimento dos laços, com a devolução de todos os cargos remanescentes do PR no governo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário