segunda-feira, 4 de julho de 2011

Facção criminosa cria "franquia" para vender drogas em SP



A facção criminosa PCC montou um esquema de venda de drogas que inclui o cadastro dos pontos de venda e registros em livros-caixa. O sistema, que tem até o pagamento de "franquias" para o traficante manter os pontos de vendas, foi descoberto através de escutas telefônicas.


De acordo com o texto, o ponto de venda é "registrado" no nome de uma pessoa ou família, que paga "franquia" de R$ 300 a R$ 500 por mês para a facção. Já as "bocas" só podem comprar drogas dos esquemas do PCC, que tem hoje forte atuação no Paraguai, segundo a Polícia Federal.


O inquérito conclui ainda que a rede do PCC funciona ao estilo das máfias, com fornecedores exclusivos, venda de segurança e garantia de ajuda, quando um "cliente", o pequeno traficante, é preso.

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