Bastou alguns dias de convivência no Senado para Marta Suplicy perder a paciência com Eduardo Suplicy.
O senador fazia um pronunciamento defendendo a libertação de Cesare Battisti na primeira sessão presidida pela ex-mulher. Além de ultrapassar o limite de tempo que lhe era concedido, o discurso de Suplicy provocava reações dos colegas, que pediam para fazer apartes.
Marta então cortou a palavra de Suplicy, impedindo que outros senadores participassem do debate. Os oposicionistas Demóstenes Torres e Flexa Ribeiro reclamaram da atitude de Marta.
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