
A negociação ocorre contra um pano de fundo intoxicado. Há três dias, o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, autorizou a Procuradoria a pleitear a repatriação de US$ 53 milhões supostamente desviados por Maluf quando era prefeito de São Paulo e enviados para contas na França, Ilhas de Jersey, Luxemburgo e Suíça. O procurador-geral Rodrigo Janot pleiteará também o envio das ações penais abertas contra Maluf no estrangeiro para ser julgadas no Brasil, pelo STF.
Um pedaço do PT faz cara de nojo. Mas a maioria, por ora, manda às favas os pruridos ou reticências éticas. Faz sentido. O PT também virou freguês de caderneta do Supremo. De resto, o partido não procura os melhores aliados, mas os politicamente mais rentáveis. Se tiver tempo de propaganda na tevê, não precisa ter biografia.
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