segunda-feira, 20 de junho de 2016

INVESTIGADA, IDELI MANTÉM SUA BOQUINHA NA OEA


BOQUINHA DE IDELI SALVATTI NOS EUA É DE QUASE R$40 MIL MENSAIS

Ex-ministra da presidente afastada Dilma Rousseff, a petista Ideli Salvatti continua vivendo a vida boa longe do Brasil: ela e o marido vivem um exílio dourado nos Estados Unidos. Ela na Organização dos Estados Americanos (OEA) e ele na Junta Interamericana de Defesa (JID), cujas sedes ficam em Washington. Ideli e o marido se mudaram para lá há mais de um ano, após a reeleição e antes do impeachment. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Jefferson Figueiredo, marido de Ideli e músico de formação, ganha na OEA US$7,4 mil (cerca de R$ 25.300) por mês, desde abril de 2015.

Ideli foi nomeada para uma embromação chamada “Acesso a Direitos e Equidade” da OEA. Ela ganha US$11 mil (R$37,900) mensais.

No governo Dilma, Ideli Salvati foi ministra da Pesca, das Relações Institucionais e até dos Direitos Humanos. Saiu-se mal nos três cargos.

O Itamaraty saiu de fininho, disse que nada tem a ver com a nomeação da ex-ministra petista ou do seu marido: “O tema não é afeto ao MRE”.

PREFEITO E VEREADORES REDUZEM SEUS SALÁRIOS


VEREADORES REDUZEM SALÁRIOS DE R$2.800 PARA 1 SALÁRIO MÍNIMO

Uma decisão inusitada da Câmara Municipal de Água Branca, município do Sertão Paraibano, pegou os moradores do local de surpresa. Os vereadores da cidade decidiram reduzir o próprio salário de R$2.800 para apenas um salário mínimo. O presidente da Câmara receberá mais um salário, a título de despesas de representação.

A decisão ocorreu nesta sexta-feira (17) a partir da aprovação de projeto de resolução apresentado pelo vereador Eilsom do Carmo Lima. O prefeito do município, Tarcísio Firmino, liderou o esforço e obteve a adesão dos vereadores, tendo em vista a grave crise financeira. O prefeito ganhava R$5.600 por mês e passará a receber mensalmente o equivalente a dois salários mínimos.

Ainda está previsto na resolução aprovada que “a ausência de vereador na ordem do dia de sessão plenária ordinária ou extraordinária, sem justificativa legal, determinará um desconto de 10% em seu subsídio”.

A vida no bairro milionário onde ficará preso o delator acusado de desviar R$ 100 mi na Lava Jato


Bairro onde Sérgio Machado ficará preso tem condomínios fechados e ruas vazias (Foto: Reprodução)
O delator passará seus dias em uma mansão com piscina e quadra poliesportiva, construída num terreno de cerca de 3.000 m² e cercada por outras construções de alto padrão

Ruas de condomínios fechados e mansões, todas com câmeras e seguranças à espreita. Nas calçadas cercadas por muros altos, passa só um ou outro carro de luxo. Ao redor das quadras milionárias, favelas se acumulam.

O bairro Dunas, em Fortaleza, uma das áreas mais nobres - e desiguais - da cidade, será o cenário da prisão domicilar de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro que em seu acordo de delação premiada na operação Lava Jato acusou mais de 20 políticos dos principais partidos brasileiros.

Machado, que relatou ter passado R$ 100 milhões em recursos ilícitos, vai iniciar nos próximos dias o cumprimento de três anos de pena em sua casa.

domingo, 19 de junho de 2016

PF vê Janot de olho na presidência em 2018


Janot: ensaiando candidatura?

Radar On-line

Na Polícia Federal cresce a crença de que, dadas as recentes ações e declarações impetuosas, Rodrigo Janot ensaia concorrer à Presidência em 2018.

Rio decreta a calamidade do Brasil


Cristo Redentor quebrado (Foto: Arquivo Google)

Por Mary Zaidan

Cartão postal do país e incomparavelmente lindo, o Rio de Janeiro agoniza.

A cidade maravilhosa que sediará a Olimpíada daqui a 45 dias está em frangalhos. E o Estado que a abriga – com mais de 16 milhões de habitantes, 13 milhões na região metropolitana, na ruína. 

O caos espalha-se na segurança pública, no transporte, na educação – em greve quase eterna – e na saúde, onde faltam médicos, medicamentos e até ataduras. A calamidade cotidiana, oficializada na sexta-feira como forma de garantir recursos emergenciais da União - que também não tem de onde tirar dinheiro -, escancara a falência não só do Rio, mas do Estado brasileiro.

Consumido pela corrupção e por um sistema político que consagra privilégios, mantendo para os eleitos a confortável distância dos eleitores, o modelo atual de Brasil há muito se esgotou. A exigência das pessoas, portanto de quem vota – as ruas e as pesquisas mostram isso -, é maior do que o Fora Dilma e Fora PT. É Fora Cunha, Fora Renan, Sarney, Jucá, Temer....

Reivindica-se um basta na ladroagem, no método eternizado de sugar da maioria para encher os bolsos de seletos alguns. Só que isso não se faz em um estalar de dedos, muito menos por ações espertas e populistas do tipo eleição-presidencial-já. 

A insatisfação com o tudo que aí está faz com que a ideia de nova eleição para presidente apareça como solução para 63% dos entrevistados pelo Instituto Paraná, de acordo com pesquisa realizada a pedido do Blog do Noblat. Caminho fácil de desejar, mas distante da realidade, prática e constitucionalmente.

Ainda que fosse legal e exequível, a que lugar uma nova eleição presidencial levaria o país? Por que não eleger um novo Congresso, já que o atual também é repudiado? De que adiantaria realizar eleições com as mesmas regras que perpetuam o que o país rejeita? E ainda com as mesmas representações partidárias?

Antecedendo às várias questões sem respostas, está a urgência de emergir o país da crise em que a farra do PT de Lula e Dilma afogou.

É preciso recuperar a economia – tarefa para a qual dificilmente se conseguirá uma equipe com melhor habilitação do que a escalada -- e colocar em curso reformas inadiáveis, como as da Previdência e trabalhista. E concluir as investigações, processar e trancafiar corruptos de todos os matizes, oxigenação obrigatória para tratar a política com a seriedade que ela merece.

Residem nas investigações e condenações as maiores chances de se estabelecer uma nova modelagem de organização do Estado. De se rever não só o sistema eleitoral – se proporcional ou distrital –, voto facultativo, cláusula de barreira e propaganda eleitoral, mas a Federação, que só existe no papel. Redesenhar o poder da União, dos estados e municípios, e o peso para lá de desiquilibrado da representação dos eleitores de cada ente federativo no Parlamento.

Na origem, a crise do Rio é derivada da inépcia de governantes que se esbaldaram em festas como a dos guardanapos na cabeça em Paris. Não imaginavam a quebradeira provocada pela incompetência de Dilma Rousseff, a queda do preço internacional do petróleo e a consequente redução dos royalties.

Como o ex-presidente Lula e a presidente afastada, o ex-governador Sérgio Cabral e seu pupilo Pezão gastaram o que não tinham e penduraram a conta para o futuro. Colocaram em risco o Rio e o Brasil. Nada que possa ser salvo por uma chama olímpica ou por uma eleição de ocasião.

sábado, 18 de junho de 2016

Estado Islâmico: Risco de ataque terrorista no Brasil nunca foi tão grande, alerta Abin



Por Rodrigo Rangel, na VEJA:

A tragédia de Orlando mostra que o extremismo, aliado à tecnologia, produz terroristas que podem atacar a qualquer momento, em qualquer lugar. E o Brasil não está a salvo. Ao menos é essa a avaliação do serviço secreto brasileiro que consta de um relatório reservado distribuído às autoridades envolvidas na montagem da segurança da Olimpíada do Rio de Janeiro e obtido com exclusividade por VEJA. O terrorismo 3.0, que arregimenta militantes remotamente com as facilidades de comunicação e as garantias de sigilo oferecidas pela internet, exorta aqueles mais radicais a realizar atentados por conta própria. Por isso, é uma das principais fontes de ameaça aos Jogos. Mais que uma simples hipótese, agora há razões concretas para elevar o alerta. A principal delas é a constatação de que grupos extremistas, em especial o Estado Islâmico, têm empreendido esforços não apenas para recrutar seguidores no país como também para deixar alguns deles em condições de agir a qualquer momento.

Terrorismo um
terrorismo 2


Até recentemente, a única ameaça concreta ao Brasil conhecida era um texto de 67 caracteres escrito numa rede social por Maxime Hauchard, um dos chefões do Estado Islâmico. “Brasil, vocês são o nosso próximo alvo”, dizia a mensagem, em francês, publicada dias após os atentados de novembro de 2015 em Paris. No fim do mês passado, o Estado Islâmico criou um canal de propaganda em língua portuguesa dentro de um aplicativo na internet. Inaugurado com a publicação de um discurso do porta-voz do grupo, funciona como uma agência de notícias e veicula, todos os dias, fotos, vídeos e textos com informações das frentes de combate da organização. O material, invariavelmente, faz a apologia da crueldade e alia as já conhecidas práticas do grupo à retórica religiosa radical. Os ataques à coalizão que combate os jihadistas do EI no território conflagrado entre a Síria e o Iraque são comemorados como feitos épicos: da “perfeita emboscada” contra uma patrulha egípcia ao “ataque-surpresa” que matou dezessete “apóstatas” das forças oficiais, tudo é narrado com cores fortes. A propaganda apela à conversão. É um chamamento a novos soldados.

Desde que foi criado, o canal em português vem sendo monitorado de perto pelas autoridades brasileiras, que contam com o auxílio de serviços secretos estrangeiros – alguns deles, como a americana CIA, têm agentes trabalhando no Brasil há meses com a missão de detectar ameaças à Olim­píada e às delegações de seus países.

O maior desafio é identificar os responsáveis pela estratégia de recrutamento de brasileiros. Em parceria com a revista portuguesaSábado, VEJA descobriu que um dos alvos prioritários da vigilância, neste momento, é um militante do Estado Islâmico que se identifica nas redes de propaganda do grupo como Ismail Abdul Jabbar Al-Brazili – ou, simplesmente,

“O Brasileiro”. É ele um dos responsáveis, por exemplo, por abastecer com textos em português o canal de propaganda recém-criado. Há indicações de que Al-­Brazili não tem o Brasil apenas no nome de guerra – de acordo com informações oficiais, ele seria, de fato, um combatente brasileiro do EI.

Al-Brazili é um personagem bastante ativo na web. Nos últimos meses, abriu diferentes perfis em redes sociais. Frequentemente, assim que descobertos, os perfis são fechados a pedido das autoridades. Ele, então, abre novos. Semanas atrás, coube a Al-Brazili convocar, por meio de outros canais de comunicação do EI na internet, interessados em ajudar na tradução de textos do grupo para o canal em português. O militante, que mantém ainda dois blogs, diz ter sido recrutado para o Estado Islâmico por Abu Khalid Al-­Amriki, um americano que teria caído em combate na Síria. Ele promete vingar a morte do amigo. Além de fazer propaganda do grupo extremista, Al-­Brazili se apresenta como alguém capaz de facilitar o acesso de simpatizantes às fileiras do grupo – nos posts, ele costuma informar como os interessados podem contatá-lo por meios seguros de comunicação.

As autoridades têm motivos para acreditar que o proselitismo vem funcionando – e há casos suficientes para concluir que não se trata de platitudes apenas. Há dois meses agentes da Divisão Antiterrorismo (DAT) da Polícia Federal baseados em Brasília investigam o desaparecimento da estudante paraense Karina Ailyn Raiol, de 20 anos. Recém-convertida ao islamismo, Karina saiu de casa dizendo que iria para a faculdade e nunca mais voltou. Só depois os pais descobriram que ela havia tirado passaporte às escondidas e tomado um voo internacional rumo à Turquia. O dinheiro para as passagens veio do exterior, de fonte desconhecida. A suspeita é que a estudante tenha sido recrutada pelo Estado Islâmico. Mensagens trocadas por Karina dias antes da viagem e obtidas por VEJA mostram que ela tinha simpatia pela causa. Numa delas, a estudante diz que “se juntar aos grupos terroristas é a única forma de lutar” contra o que chama de injustiças na “terra do Islã”.

Hoje, ao menos trinta suspeitos de ligação com o terrorismo são vigiados de perto pelos agentes oficiais no Brasil. Em outro caso, também a cargo da divisão antiterror da PF, foi preciso recorrer a uma medida de emergência: após a descoberta de que um universitário de 23 anos de Chapecó (SC) havia ficado três meses numa cidade síria dominada pelo EI, e que na volta ele passava as madrugadas em treinos de tiro ao alvo, os policiais pediram à Justiça que autorizasse o monitoramento do suspeito em tempo real, 24 horas por dia, por meio de uma tornozeleira eletrônica.

Dono de um serviço de entrega de comida árabe e estudante de economia, Ibrahim Chaiboun Darwiche usa a tornozeleira desde o dia 27 de maio. Ele está proibido de se aproximar de escolas, aeroportos ou outros lugares com grande concentração de pessoas. A medida vale até os Jogos, mas pode ser estendida, a depender do desenrolar das investigações. Na semana passada, soube-se que o sírio Jihad Ahmad Deyab, que cumpriu pena na prisão americana de Guantánamo por seus vínculos com a organização terrorista Al Qaeda e estava asilado no Uruguai, agora está vivendo no Brasil.

Essa profusão de notícias fez acender a luz amarela. Diz o relatório da Abin: “A disseminação de ideário radical salafista entre brasileiros, aliada às limitações operacionais e legais em monitorar suspeitos e à dificuldade de neutralizar atos preparatórios de terrorismo, aponta para o aumento, sem precedentes no Brasil, da probabilidade de ocorrência de atentados ao longo de 2016, especialmente por ocasião dos Jogos Rio 2016″. A partir de uma fórmula matemática que leva em conta diferentes variáveis para calcular os riscos, a Abin conclui que a ameaça de atentados no país durante os Jogos Olímpicos alcança o patamar 4 numa escala que vai de 1 a 5 – 5 representa a certeza de que haveria um ato terrorista em preparação. No mesmo relatório, as autoridades confessam suas “limitações operacionais” para prevenir o pior.

GLEISI PASSA VERGONHA AO TENTAR ENCERRAR SESSÃO DO IMPEACHEMENT



Os senadores da bancada pró-Dilma na comissão do impeachment passaram vergonha ao tentar encerrar a sessão alegando falta de quórum. A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou a proposta após o depoimento do ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, quando havia apenas cinco senadores no plenário. Entretanto, Gleisi não sabia, ou não foi informada por sua assessoria é que o quórum mínimo para o funcionamento da comissão é de um quinto dos membros, no caso da comissão do impeachment quatro.

Depois que foi informada da situação pelo presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), o desconhecimento do regimento interno se tornou ainda mais flagrante. Gleisi passou a cobrar que a sugestão fosse votada pelos presentes, mas o quórum para deliberação na comissão, 11 senadores, não estava presente e Lira explicou que não poderia colocar a proposta em votação.

Depois do vexame regimental, outros senadores chegaram, mas ainda assim o quórum não foi atingido e a bancada pró-Dilma passou a tumultuar a sessão tentando forçar Raimundo Lira a suspender a sessão. Entre gritos e acusações, o senador José Medeiros (PSD-MT), presente desde o início, criticou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). "O Brasil está vendo o senhor querendo derrubar a sessão para ir ao aniversário da filha", disse. Lindbergh respondeu que não adiantava mais, pois já tinha perdido o voo.

Em pé, os senadores rodearam Raimundo Lira mostrando o regimento, os ânimos se acalmaram ea sessão foi retomada com o depoimento da próxima testemunha, o ex-ministro da Educação José Henrique Paim Fernandes.

Ex-país do jeitinho, vira o país que não tem jeito



A decretação do ‘estado de calamidade’ nas finanças do Rio de Janeiro às vésperas das Olimpíadas colocam o Brasil novamente de ponta-cabeça nas manchetes da imprensa internacional. O mergulho do país no insondável parece não ter limites.

Um amigo que vive há duas décadas nos EUA disse que não tem mais paciência para se apresentar como brasileiro. Orgulha-se de sua nacionalidade. O problema é que voltou a pegar mal. Cansou de ouvir a mesma pergunta —“O que houve com o Brasil?”— e de não ter uma resposta para dar.

É realmente difícil explicar no estrangeiro a vocação bíblica dos corruptos brasileiros. Nunca se contentaram com as pequenas negociatas. Mas não se imaginava que ambicionassem o dilúvio de lama.

E se perguntarem lá fora de quem é a culpa por tanta incompetência e roubalheira? A julgar pelos desmentidos, só há uma resposta possível: não há culpados no Brasil, apenas cúmplices. Culpa mesmo teve Noé, que permitiu a entrada do casal de ratos na famosa Arca.

Por sorte sobraram as praias. O Brasil pode reivindicar a volta àquela época em que, no cinema americano, era o país para onde voavam os bandidos à procura de refúgio depois de um grande golpe. Devagarinho, o país do jeitinho vai virando o país que não tem jeito.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Reinaldo Azevedo - Artigos de hoje na Veja.com


Todo bandido sonha ter o destino que a Justiça e o MP deram a Machado. Ou: Quando o crime compensa



E Cardozo cita o grande jurista “Tomás Turbando Bustamante”, que é primo do “Rolando Caio da Rocha”



Aplauso: Temer quer reduzir EBC e fechar a milionária TV Brasil, a TV Traço



MINHA COLUNA NA FOLHA – “Vendam a Petrobras e o resto”



Força-tarefa da Lava Jato quer multa de R$ 6 bilhões da Odebrecht



E toda a família Lula da Silva parte pra cima de Moro. Só faltou o papagaio

Ex-âncora do Fantástico agora é ré na Lava Jato, um desperdício de talento



Jornal da Cidade

Linda, excelente apresentadora de telejornal, iniciou na Rede Globo em 1990, apresentando o telejornal 'Bom Dia Rio'. Em 1992 assumiu o Jornal Hoje. Na sequência, apresentou Globo Ciência, Globo Comunidade, Jornal da Globo, até atingir o ápice da carreira como âncora do Fantástico. Uma excelente jornalista.

Porém, um dia, trocou a carreira pelo casamento com um grande sedutor e exímio manipulador, Eduardo Cunha.

Cláudia Cruz, sem dúvida, desfrutou dias de luxo, viagens, compras e muito dinheiro.

Mas esses dias são coisas do passado. Ela agora é ré.

Será que hoje o sentimento de Cláudia é de que valeu a pena? Será?

Abriu mão do sucesso que já havia atingido na profissão, por uma vida fácil...

Hoje, porém, nem tão fácil assim.

Dez milhões de dólares de sua conta na Suíça, estão perdidos.

As viagens estão reduzidíssimas. Provavelmente terá que ir muito a Curitiba e está proibida de passear no exterior.

Cláudia é ré na Lava Jato...

Vai conhecer de perto a prisão, fatalmente.