sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Grupo é acusado de envolvimento em desvio de dinheiro durante a ocupação do Complexo do Alemão

Superintendente da PF afirma, sobre os valores, que "muito foi apreendido e imediatamente subtraído". Delegada é detida acusada de proteger agente


Quando as atenções em todo o país estavam voltadas para a cinematográfica tomada do Complexo do Alemão, um pequeno grupo de investigadores se dedicava não à movimentação dos bandidos, mas dos próprios policiais. As dimensões da ação, em uma área onde certamente haveria um grande ‘espólio de guerra’, era a oportunidade perfeita para um grupo de policiais que vinha sendo investigado exatamente por tirar proveito desse tipo de cenário. O resultado do trabalho é parte da Operação Guilhotina, que já prendeu mais de 30 acusados desde a manhã desta sexta-feira, no Rio.

De acordo com o superintendente da Polícia Federal no Rio, Ângelo Gióia, a estratégia de ‘dar corda’ para a quadrilha, na operação do Alemão, contribuiu para descobrir mais e produzir provas contra os acusados de agora. "A movimentação no Alemão ajudou nas investigações. O volume de apreensões lá foi muito grande e houve desvios. Muito sobrou e os policiais revenderam. Muito foi apreendido e imediatamente subtraído”, afirmou.
 
Delegada detida - Agora é possível entender, por exemplo, um episódio curioso do dia 27 de novembro, véspera da invasão dos agentes de segurança ao Complexo do Alemão. Durante o cerco ao conjunto de favelas, homens do Exército prenderam um homem que carregava numa mochila grande quantidade de dinheiro. No primeiro momento, os soldados informaram que o montante seria de 50 mil dólares e mais 20 mil reais. O dinheiro foi encaminhado para a delegacia mais próxima, no caso, a 22ª DP (Penha). Mas o valor divulgado pela Polícia Civil foi de 27 mil dólares e 29 mil reais. A confusão foi desfeita na época com uma nota divulgada pelo Comando Militar do Leste, informando um valor mais próximo do alegado pela delegacia: 27.400 dólares e 29.223 reais.

Nesta sexta-feira, a delegada titular da 22ª DP, Márcia Becker, foi detida para prestar esclarecimento por suspeita de proteger o inspetor Cristiano Gaspar Fernandes, que estava com prisão decretada na operação da PF. Ela teria mentido, dizendo que o agente estava de férias. Pelo menos outros dois policiais da delegacia tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça.

Um comentário:

Anônimo disse...

É MUITO LAMWENTÁVEL, QUE O SERVIDOR PÚBLICO SEJA CIVIL OU MILITAR PRATIQUE DESVIO DE CONDUTA NUMA VERDADEIRA TRAIÇÃO A SEGURANÇA DO PAIS E TRAIÇÃO À PATRIA, A PENA PREVISTA ESTÁ NO C.P. MILITAR; SOU CRISTÃO CONTRÁRIO A PENA CAPITAL; MAS DEVERIA HAVER UMA PEC, PREVENDO TAIS DESVIOS DE CONDUTA PRATIADOS POR SERVIDORES PÚBLICOS CIVEIS OU MILITARES ENCARREGADOS DA SEGURANÇA PÚBLICA E DO PAIS COMO CRIME DE TRAIÇÃO A SEGURANÇA DO PAIS E TARIÇÃO A PÁTRIA, COM PENA IGUAL A PREVISTA C. P. MILITAR; NÃO JUSTIFICA À PRÁTICA DE SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS OU MILITARES ENCAREGADOS PELA SEGURANÇA PÚBLICA E DO PAIS, VERDER, ARMAS DE FOGO APREENDIDAS E VAZAR INFORMAÇÕES DE OPERAÇÕES PREVENTIDAS E REPREENSIVAS DO CRIME ORGANIZADO.
QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA DESTA PESSOAS E QUE ELES TENHAOPORTUNIDADE DO ARREPENDIMENTO POR TUDO E ATÉ DEVOLVENDO EXPONTANEMENTE O EXCESSO DE PATRIMÔNIO HAVIDO DE FORMA INCOMPATíVEL COM SEUS REMUNERAÇÕES E PROCUREM VIVER DENTRO DO QUE EFETIVAMENTE PERCEBEM POR ATIVIDADE LÍCITA; ABOMINANDO AS ILÍCITAS, A BÍBLIA CONDENA E TAMBÉM A LEI DOS HOMENS; SÓ ME RESTA ORAR E ORAR PARA QUE NÃO ACONTEÇA COMO EM SODOMA. LEIAM A BÍBLIA PROCURE CONHECER A VERDADE E ELA TE SALVARÁ E COM CERTEZA DEUS DARÁ PROVIMENTO AS NECESSIDADES DE CADA UM.FIQUEM NA PAZ DO SENHOR JESUS CRISTO. NÃO ESTOU ATIRANDO PEDRAS, APENAS UMA OPORTUNIDADE PARA EVANGELIZAR.
JOÃO