Um dos mais antigos e conhecidos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, indicado para o posto de fiscal das contas públicas pelo então governador Orestes Quércia, em 1990, Eduardo Bittencourt Carvalho tem muito a explicar sobre sua situação financeira e patrimonial. Ele está sendo acusado pelo Ministério Público Estadual de ter formado uma fortuna estimada em R$ 50 milhões, entre 1995 e 2009, resultado de práticas de corrupção. Numa iniciativa inédita em toda a história do Tribunal, o MPE está pedindo à Justiça o afastamento imediato de Bittencourt de suas funções.
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