
Após 18 dias de protestos violentos, o presidente do Egito, Hosni Mubarak, renunciou, nesta sexta-feira, conforme informou o vice-presidente do país, Omar Suleiman, durante pronunciamento à uma emissora de TV local. Com isso, o poder do país fica provisoriamente a cargo das Forças Armadas.
Diferente do esperado, o vice-presidente também renunciou. A notícia causou grande festa dos manifestações que comemoravam na Praça Tahrir repitindo a frase: "o povo derrubou o governo". A manifestação deixou mais de 300 mortos e 5 mil feridos, além de destruição em vários pontos de Cairo e outras grandes cidades do Egito.
Pouco antes do anúncio da renúncia, Murabak havia saído da capital do país com a família, conforme informou o porta-voz de seu partido (Nacional Democrático), Mohammed Abdellah.
A renúncia acontece após Mubarak comandar o país por 30 anos.
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