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As investigações da Operação Guilhotina, da Polícia Federal, que resultaram na prisão de 29 policiais, vêm revelando novas acusações. O delegado Carlos Antônio Luiz de Oliveira, líder de grupo de policiais envolvidos em série de crimes, transferiu policiais da organização criminosa da qual fazia parte para Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop), em que era subsecretário.
Carlos, que foi preso na última sexta-feira, foi exonerado do cargo, mas segundo relatório da Polícia Federal, ele transferiu parte da quadrilha ao orgão público. Os PMs Roberto Luís Dias de Oliveira, o Beto Cachorro, Carlos Teixeira, o Bigu, Romão e Cisneiros foram alguns dos indicados pelo então subsecretário do órgão para cargos na instituição.
"O delegado Carlos Oliveira mantém proximidade e comando em relação a vários dos representados, que constituem a espinha dorsal de sua organização criminosa, formando na Secretaria Especial de Ordem Pública, da prefeitura municipal do Rio, novo quartel general para suas atividades ilícitas", diz o relatório da PF.
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