Depois de um mês "foragido", Guillermo Zuloaga, o principal acionista da Globovisión - única emissora de oposição ao governo Hugo Chávez - esteve na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, para pedir à comissão de direitos humanos que determine se ele realmente cometeu um crime na Venezuela, como acusa o governo.
-Viemos buscar a justiça que não encontramos na Venezuela - declarou Zuloaga em entrevista a Globovisión, TV que critica abertamente o regime do presidente Hugo Chávez.
- Como é público e notório, o presidente Chávez ordenou minha prisão - disse Zuloaga, que é acusado na Venezuela pelos crimes de "usura" e "formação de quadrilha".
No final de junho, Zuloaga e seu filho foram formalmente acusados pela Procuradoria venezuelana por manter 20 veículos de forma irregular. A polícia esteve na casa do empresário para detê-lo, mas não o encontrou.
Chávez nega as críticas de Zuloaga e garante que o processo não tem qualquer relação com a linha editorial da Globovisión.
- Garanto a todos os nossos telespectadores que não descansarei, em nenhum momento, na defesa dos princípios e dos valores do nosso país - disse Zuloaga.

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