segunda-feira, 6 de junho de 2011

Meu Brasil brasileiro



O sorriso do senador




O Senado pagou a uma clínica cerca de 26 000 reais pelo tratamento odontológico de Antônio Carlos Valadares. Com dinheiro público, fica mais fácil sorrir.



O dia da caça...



Tempos atrás, um ministro do Supremo tentou agendar por várias vezes por telefone um encontro com Antonio Palocci para conversar. Em três ocasiões, Palocci agendou o encontro entre os dois, mas os desmarcou em cima da hora. Logo em seguida, Palocci designou Beto Vasconcelos, seu substituto imediato na Casa Civil, para falar com o magistrado – que se recusou a ir. Desde que eclodiu a crise envolvendo seu patrimônio, Palocci tem telefonado sucessivas vezes para esse ministro (imagine-se que em busca de apoio). O ministro não retornou às ligações.



Dinheiro do além na eleição


Leonardo Carvalho


A saga da empresa que saiu da falência, captou R$ 67 milhões em fundos de pensão de estatais e depois bancou a campanha de quatro candidatos do PT.

O início. A sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em Brasília. Em 2009, o então diretor, Agnelo Queiroz, renovou a autorização da Barenboim. Meses depois, recebeu a contribuição dela para sua campanha eleitoral. Íntegra, aqui.
 
 
 
Os incríveis negócios do senador Romero Jucá com recursos públicos – do posto de combustível de seu filho ao centro construído com dinheiro da Lei Rouanet.
 
Dida Sampaio/AE, Igo Estrela/ÉPOCA e Leo Caldas/ÉPOCA
 
SEMPRE À SOMBRA
O lobista Magela (abaixo, à esq.) diz que o senador Romero Jucá (no alto, à esq.) usou seu nome para comprar carros. Acima, o shopping Paço Alfândega, aberto pela família Jucá com recursos públicos obtidos por meio da Lei Rouanet.
 
 
 
 

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