O sorriso do senador

O Senado pagou a uma clínica cerca de 26 000 reais pelo tratamento odontológico de Antônio Carlos Valadares. Com dinheiro público, fica mais fácil sorrir.
O dia da caça...

Tempos atrás, um ministro do Supremo tentou agendar por várias vezes por telefone um encontro com Antonio Palocci para conversar. Em três ocasiões, Palocci agendou o encontro entre os dois, mas os desmarcou em cima da hora. Logo em seguida, Palocci designou Beto Vasconcelos, seu substituto imediato na Casa Civil, para falar com o magistrado – que se recusou a ir. Desde que eclodiu a crise envolvendo seu patrimônio, Palocci tem telefonado sucessivas vezes para esse ministro (imagine-se que em busca de apoio). O ministro não retornou às ligações.
Dinheiro do além na eleição

A saga da empresa que saiu da falência, captou R$ 67 milhões em fundos de pensão de estatais e depois bancou a campanha de quatro candidatos do PT.
O início. A sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em Brasília. Em 2009, o então diretor, Agnelo Queiroz, renovou a autorização da Barenboim. Meses depois, recebeu a contribuição dela para sua campanha eleitoral. Íntegra, aqui.
Os incríveis negócios do senador Romero Jucá com recursos públicos – do posto de combustível de seu filho ao centro construído com dinheiro da Lei Rouanet.
![]() |
SEMPRE À SOMBRA O lobista Magela (abaixo, à esq.) diz que o senador Romero Jucá (no alto, à esq.) usou seu nome para comprar carros. Acima, o shopping Paço Alfândega, aberto pela família Jucá com recursos públicos obtidos por meio da Lei Rouanet. |

Nenhum comentário:
Postar um comentário