
Uma advogada de 38 anos foi morta a tiros em um canavial no último dia 14 em São Paulo. Giovana Mathias Manzano teria encomendado a própria morte na cidade de Penápolis, 474 km da capital paulista.
O carro dela foi incendiado e uma carta de despedida foi deixada para a família.
Na noite da última sexta-feira, Wellington de Oliveira Macedo, de 21 anos, confessou o crime depois de ser preso. Ele afirmou ter sido contratado pela própria vítima para cometer o crime. Segundo Wellington, um segundo rapaz, de 18 anos, também teria participação no crime, já que teria comprado a gasolina para incendiar o veículo da advogada. O jovem de 18 anos teve a prisão preventiva pedida pela polícia.
O detido revelou ainda que receberia R$ 20 mil para executar o crime, contudo, recebeu apenas R$ 2 mil. Ele já havia cumprido pena por tráfico e deixou prisão há pouco tempo. A vítima foi morta com três tiros.
Pela investigação, agentes concluíram que a advogada vinha sofrendo de depressão, e passava por acompanhamento psicológico, depois que se separou do marido.
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