O Globo
Uma guerra silenciosa entre a indústria farmacêutica que produz medicamentos
tradicionais — chamados de referência ou inovadores — e os fabricantes de
genéricos e similares está em curso na Justiça, e as grandes vítimas poderão ser
milhões de usuários brasileiros que utilizam remédios de uso contínuo.
Alguns laboratórios tradicionais buscam na Justiça aval para a tese de que,
mesmo com as patentes vencidas, ainda teriam direito à exclusividade sobre os
dados clínicos apresentados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
para registro dos medicamentos por um período de dez anos.
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