Dois desembargadores de São Paulo receberam R$ 1 milhão cada por meio de
pagamento antecipado, modelo de desembolso sob suspeita do Conselho Nacional de
Justiça (CNJ). Outros dois magistrados receberam pela mesma via, mas quantias
inferiores - cerca de R$ 400 mil cada.
Os motivos alegados, em dois casos, são relacionados a doenças graves como câncer. Em outro episódio, um desembargador perdeu o filho e entrou em depressão, necessitando de recursos para tratamento. "Vamos trabalhar sempre com total transparência, o quanto possível, mas sem precipitações", disse Sartori.
A verba era devida, ele assinala. "A título de auxílio-moradia ou férias atrasadas não importa. Estamos apurando as razões para pagamentos antecipados."

Um comentário:
A sei. auxilio-moradia ? sim e o que mais novo presidente ?
Postar um comentário