sábado, 24 de setembro de 2016

Pobreza de espírito de candidato dá engulhos


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Favorito na corrida pela prefeitura de Curitiba, Rafael Greca fez uma dessas declarações que costumam custar caro em política. Disse ter vomitado depois de inalar o cheiro de um pobre. A frase escapou-lhe dos lábios durante uma sabatina.

Em resposta a uma pergunta sobre moradores de rua, disse: ''Nunca cuidei dos pobres, não sou São Francisco de Assis. Até porque a primeira vez que tentei carregar um pobre pra dentro do meu carro eu vomitei por causa do cheiro.''

Greca prosseguiu: ''Era um homem muito sujo. Quando cheguei no albergue, a freira me disse: 'lavo o doutor primeiro ou ele?'.'' Crivado de críticas, pediu perdão. E transferiu suas culpas para a imprensa: ''…Mais uma vez, descontextualizam o que falo para tentar enganar as pessoas.''

De todas as pobrezas que assediam o ser humano a mais devastadora é a pobreza de espírito. Nessa matéria, Greca é um miserável perpétuo. Não há megassena que acabe com a pobreza de espírito. Essa evidência deve provocar em muitos eleitores ânsia de vômito.

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