Dilma Rousseff farejou na movimentação de Aécio Neves em Belo Horizonte uma tentativa de injetar 2014 na disputa municipal de 2012. Decidiu intervir. Pediu “socorro” ao vice-presidente Michel Temer.
Em menos de 48 horas, o PMDB de Temer, que realizava um voo solo na capital mineira, se compôs com o PT. E Dilma imagina ter acomodado uma pedra no caminho do tucano Aécio, seu mais provável rival na sucessão presidencial.

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