segunda-feira, 9 de julho de 2012

Eles vão dominar o mundo a partir de Caracas



No começo eu me divertia com essas alucinações da canalha esquerdista que monopolizou a miséria e defende ditadores. Mas meu bom humor acabou e só sinto nojo da boçalidade deles. O Foro de SP, uma organização de esquerdistas latinos, encerrou na sexta-feira passada, em Caracas, seu 18º congresso com um documento, ou como eles gostam de dizer: Declaração de Caracas. Pra começar, um evento que discute política interna de vários países acontecendo na Venezuela, já seria impossível se não fossem os debatedores apoiadores do ditador Chávez.

No documento os esquerdistas “revelam” tentativas de golpe na América Latina, desde Honduras, onde o exército, seguindo a Constituição do país, impediu que o então presidente Zelaya mudasse a lei para ficar no poder por tempo indeterminado, até a deposição de Fernando Lugo da presidência do Paraguai pelo parlamento, também seguindo as disposições legais definidas pela Constituição.

Os esquerdistas reunidos na capital venezuelana, num hotel que foi expropriado pelo governo bolivariano, declararam apoio à reeleição de Chávez, no poder há 13 anos.


Quem esteve por lá (além de Lula) e aproveitou para pedir apoio foi José Dirceu, o chefe da quadrilha do mensalão, segundo o procurador geral da união, que está prestes a ser julgado pelo STF. Como se pode ver, a bandalha toda se reúne para salvar um membro.


Para quem quiser ler a íntegra da “Declaração de Caracas”, clique aqui, mas ressalto o primeiro tópico que, este sim, me provocou alguma graça.

1. O 18º Encontro do Foro de São Paulo, realizado em Caracas, entre os dias 4, 5 e 6 de Julho de 2012, aconteceu em meio a uma grave crise estrutural do capitalismo, acompanhada da disputa de espaços geopolíticos e geoestratégicos, do surgimento de novos polos de poder, das ameaças contra à paz mundial e da agressividade militar e ingerência do imperialismo que tenta reverter sua linha de declínio. Além da crise econômica, acrescentamos a ambiental, energética e alimentar, assim como a crise dos sistemas de representação política. Todas estas situações exigem uma resposta firme dos povos da América Latina e Caribe e uma ação eficaz das forças progressistas, populares e de esquerda.

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