Abrigar o centro de mídia, que antes era visto como fato crucial para que São Paulo sediasse a abertura da Copa, foi desdenhado pela cidade.
Com a calculadora nas mãos, autoridades paulistas argumentam nos bastidores que, ao perder o centro de mídia para o Rio, São Paulo economizará ao menos R$ 100 milhões.
Essa contabilidade prevê que deixarão de ser gastos R$ 40 milhões com investimentos de infraestrutura no Anhembi, local onde seria o IBC em SP.
Além disso, por ter que disponibilizar o Anhembi à Fifa, a cidade não poderia abrigar feiras no complexo por um período. São Paulo deixaria de ganhar, portanto, aproximadamente R$ 60 milhões.
Apesar de oficialmente o IBC ser utilizado apenas por dois meses, autoridades paulistas dizem que a Fifa exigia que o local permanecesse desocupado entre dezembro de 2013 e agosto de 2014, para facilitar a montagem e desmontagem de equipamentos.
Segundo os paulistas, na África do Sul foram gastos R$ 222 milhões com a acomodação do IBC.
Defensores do IBC em São Paulo argumentavam que, em itens como vagas em hotéis, proximidade do estádio, helipontos e infraestrutura, a capital levava vantagem sobre o Rio. E que abrigar o centro de mídia atrairia recursos.
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