
Na prática, é mais um calote temporário nas distribuidoras. E, como consequência, afeta a credibilidade do governo.
O empréstimo não pago refere-se à liquidação dos gastos com a compra de energia feitos em maio. Teriam que ser quitados nos dias 10 e 11 de julho. Não foram. Adiou-se para o dia 31. Agora, empurra-se novamente com a barriga por falta de caixa.
Por Lauro Jardim
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