
O PT adiava o embate direto contra Russomanno na expectativa de que a campanha tucana o fizesse, já que, três semanas atrás, Haddad subia nas pesquisas e Serra caía. De lá para cá, porém, o candidato do PSDB parou de perder eleitores, e o petista oscilou para baixo. O núcleo político da campanha de Haddad passou a pressionar o marqueteiro João Santana para que Russomanno entrasse na pauta. Santana pedia mais tempo para novas avaliações. O estopim de um início de crise ocorreu na quarta-feira, quando uma pesquisa Datafolha mostrou que Serra se descolara de Haddad e ambos já não estavam mais empatados tecnicamente.
Os petistas ainda quebravam a cabeça para achar um mote para os ataques a Russomanno, e foi o próprio candidato quem se saiu com a ideia do "não é por mal". Ontem, Haddad afirmou, após carreata, que o rival "não tem traquejo com a máquina pública" e "não conhece a cidade". "Não se pode lidar com São Paulo com amadorismo." Russomanno disse que não comenta "ataques pessoais". "Quero uma campanha limpa, uma campanha de ideias."(Estadão)
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