
Deve-se o recuo às más notícias que fluem da maior estatal brasileira como vazamento de petróleo em alto mar. Depois de certo estágio, é difícil deter a mancha. Na noite de terça-feira, a agência de classificação de risco Moody’s informou que submete a nota da Petrobras a uma reavaliação. Pode rebaixá-la. Passado o feriado do Natal, a notícia ecoou negativamente na Bovespa.
Há quatro dias, instada a comentar a petrorroubalheira que fez da Petrobras um caso de polícia, Dilma Rousseff disse, em entrevista, que a estatal, do ponto de vista da produção, “vai bem, obrigada''. Informou que Graça Foster fica no comando. E acrescentou: “Trabalhamos com o seguinte fato: uma luta incansável para não rebaixarem a nota'' da companhia. Ficou a impressão de que, nessa luta, o acionista da Petrobras entra com a cara.
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