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Enquanto o advogado do acusado estava na tribuna, o seu assistente César Ramos começou a gritar e a caminhar em direção ao promotor Edson Cardoso, que interrogava a testemunha Amair da Cunha, condenado por ser o intermediário da morte da missionária.
Isso levou o juiz Raimundo Flexa a intervir aos gritos pedindo respeito. O magistrado disse que nunca em todos seus "anos de júri" precisou dar uma bronca desse nível.
César Ramos disse que ficou revoltado com o teor das perguntas feitas à testemunha. Cunha acha que o fazendeiro, também conhecido como Taradão, é inocente.
Após a intervenção, a situação voltou à normalidade. A expectativa é que o julgamento termine ainda hoje.
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