sábado, 15 de janeiro de 2011

O que rola na região

Caçapava determina medidas a serem tomadas caso a chuva continue


O Executivo se reuniu com a Coordenadoria da Defesa Civil para discutir ações emergenciais para as áreas de risco

O Executivo esteve reunido, nesta quinta-feira(13) à tarde, com a Coordenadoria da Defesa Civil. O objetivo foi discutir ações emergenciais para as áreas de risco, no caso de continuarem as chuvas no município.

Uma das principais definições da reunião foi a formação de uma equipe de apoio formada por funcionários e viaturas, que ficará de plantão para atender aos chamados da Defesa Civil, caso seja necessário.

De acordo com o Chefe da Defesa Civil, Flávio Schemy, a situação de Caçapava está sob controle e não é tão grave quanto a de outros municípios do Vale, mas demanda atenção.

Uma das principais áreas de risco está situada na Vila Paraíso, na região de beira rio, onde estão cerca de 200 famílias. Nesta área, a Defesa Civil realiza monitoramento constante e já montou um abrigo em escola do bairro para receber as famílias que precisarem ser removidas. Até o momento não há famílias desabrigadas.

Outro ponto crítico no município é no bairro de Caçapava Velha, na região da Vila Velha 1, onde a ponte principal de acesso teve, na noite passada, um solapamento da cabeceira e encontra-se interditada, até que sejam feitas as obras de reparo, o que deve acontecer após cessar as chuvas. No bairro, há um acesso alternativo, pela ponte da Vila Medeiros, que também foi alagada pela chuva de ontem. Esta ponte está recebendo apenas o trânsito de veículos leves.

Ao todo, a Defesa Civil de Caçapava faz vistorias diárias em 12 pontos do município, que requerem atenção. Os moradores que constatarem perigo em alguma área, devem entrar em contato com a Defesa Civil, pelo 199.



A cidade pacata mergulha na intriga política

Entre dúvidas e boatos,Pindamonhangaba não é mais a mesma depois que a investigação sobre Paulão tomou as ruas

Pindamonhangaba é o caos. Nesses dias em que Paulão, o cunhado , ganhou o noticiário policial, alvo que é da promotoria criminal - e também da promotoria civil -, a cidade perdeu sua rotina de tranquilidade, cercada de dúvidas e intrigas políticas.

Na cidade de 146 mil habitantes e 103 mil eleitores, no Vale do Paraíba, o que se discute é o impacto da crise e a reviravolta que ela pode provocar nos rumos da administração municipal. Havia uma investigação da promotoria, ato discreto, sem alardes.

Dois dias depois do Natal, militares e promotores vasculharam a casa de Paulo Ribeiro, o irmão de Lu Alckmin, primeira dama do Estado. Estavam munidos de ordem da Justiça. O caso caiu no domínio público. Segredos do trabalho cauteloso da promotoria agora a cidade conhece. Promotores ficaram irritados com o vazamento e com a conotação política emprestada à demanda, para eles um feito a mais.

Mandaram abrir inquérito policial para identificar quem deu publicidade à investigação sobre o cunhado. A cidade quer saber o próximo passo. Apostam em prisões, mas é apenas diz que diz. Aqui e ali falam até na cassação do prefeito, João Ribeiro (PPS), apadrinhado do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

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