Sérgio Cabral, governador do Rio, vai ocupando, definitivamente, em meu coração - e sobretudo em meu juízo - o lugar que era do meu Apedeuta de estimação. Ele se saiu com uma frase fabulosa hoje, uma coisa, assim, meio à Santo Augustinho - “Deus, me livre do pecado, mas não agora…”, em versão libérrima -, meio à Sérgio Cabral mesmo. Vamos a ela:
“A hora é de arregaçar as mangas e ajudar a essas famílias. É máquina, bombeiros trabalhando. Sempre tem a hora de fazer avaliação. Tem que se fazer uma autocrítica, por que se permitiu fazer tudo isso. Mas agora é resgatar corpos e ajudar famílias desabrigadas. Não vamos perder tempo nesse momento”.
Em síntese: é preciso fazer autocrítica, mas não agora.
Dadas as intervenções recentes de Cabral, quando, na opinião de vocês, chegará a hora?
Por Reinaldo Azevedo
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