domingo, 4 de junho de 2017

Pesquisa: dizem querer Joesley Batista preso 63%; para 69%, punições à JBS são leves



A coluna Painel, da Folha, informa que o Planalto encomendou uma pesquisa Ibope para saber como a população avalia o, digamos, imbróglio Joesley.

Entendo que os números poderiam ser considerados animadores para o presidente Michel Temer se seu destino deles dependesse. Melhor ainda: caso consiga atravessar o rio caudaloso, pode até obter dividendos políticos.

Só 16% acham que as punições aplicadas à JBS são adequadas. Para 69%, elas são “muito leves” (47%) ou “leves” (22%). Dizem querer Joesley preso 63% dos entrevistados.

Para 51%, o Congresso não deve parar. Já 46% acham não ser possível votar mais nada.

Há outro alento para Temer, que destoa, convenham, do tom geral da cobertura da imprensa: 45% avaliam que a gravação feita pelo açougueiro de instituições é ilegal; só 41% consideram o contrário.

Em tempo: gravar uma conversa é crime? Em si, não. Depende depois do que se vai fazer com o material. Uma coisa é certa: a gravação clandestina, sem autorização judicial, não serve como prova para incriminar, mas é aceita em juízo no caso de inocentar um acusado ou evidenciar, por exemplo, uma chantagem ou extorsão.

2 comentários:

  1. O BRASIL E O DILEMA DO “MENOS PIOR”
    Autor: Anibal Tosetto (AHT)

    O ufanismo aflorou com a Independência do

    Brasil, enfatizando o nacionalismo e menos a
    Racionalidade desejável às decisões políticas e
    Administrativas do país. Logo, imediatismo e
    Soluções improvisadas em detrimento às ações
    Institucionais planejadas e controles eficazes
    Levaram à ineficiência, desperdício e corrupção.

    Enfim, o ufanismo deu lugar à baixa estima e,

    O nacionalismo, torcidas unidas in the World Cups.

    De eleição em eleição, eleitores descrentes ou
    Induzidos a votar sem pesar as consequências e
    Levados por vãs promessas, ou optando por
    Escolher candidatos pelo critério “o menos pior”.
    Mas, à cultura do “menos pior”, acrescente-se a
    Asquerosa estratégia para conquistar o Poder:

    Desestabilizar Instituições e sabotar os acertos para
    Otimizar o destrutor princípio “Quanto pior, melhor”.

    Maléfico? Sim. Uma nua e crua realidade.
    Enquanto o conformismo falar mais alto, a
    Nação escaldada e insegura errará mais uma vez:
    Optar pelo “ruim com esse, mas capaz”, ou
    Será preferível “um sucessor, igualmente corrupto”?

    Pelo irrestrito respeito ao Estado de Direito e
    Invocando-se imparcialidade à Justiça, ocorreria
    O início do Ciclo Virtuoso tão sonhado, que
    Raramente sinalizou ser possível? A Hora É Agora?

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  2. “A incessante busca pela Excelência aumenta as chances para o Ótimo Desempenho, condição para manutenção de uma Nação no Bom Caminho. A opção sempre pelo menos pior a levará à ruína.” – Autor: AHT, 04/junjo/2017

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