Josias de Souza
Vai procurá-la?, indagou o blog a Freire. E ele: “Não. Cabe a Marina tomar uma decisão.” O deputado deixa claro, porém, que a ex-senadora seria bem recebida. “No PPS, ela não enfrentará nenhum constrangimento. Se houver divergência é de ideia, não de princípios éticos.”
Marina esgrime a tese segundo a qual é preciso perseguir uma nova maneira de fazer política. Para Freire, não há como atingir tal objetivo sem fazer política. Daí a sua convicção de que, malogrado o pedido de registro da Rede no TSE, Marina precisa buscar um caminho que a inclua na disputa presidencial, filiando-se a um partido já constituído até este sábado (5).
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