Na próxima quinta-feira 15, serão eleitas as novas diretorias de alguns dos principais clubes do Brasil. Entre elas, a do Atlético Paranaense, rebaixado para a segunda divisão, e a do Atlético Mineiro, que manteve o arquirrival Cruzeiro na primeira, ao ser derrotado por 6 x 1 no último domingo, numa partida que vem sendo classificada nas redes sociais como o “jogo da vergonha”, porque, segundo a própria torcida do Galo, teria sido entregue ao arquirrival. Candidato à presidência do Furacão, Mario Celso Petraglia, que já comandou o clube, avisa que não vai deixar barato. “Existe a presunção de inocência, mas se forem encontrados indícios de favorecimento ao Cruzeiro, o Atlético Paranaense não cai”, disse.
Antes do chamado “jogo da vergonha”, o Atlético-MG tinha a melhor defesa do segundo turno da competição e o Cruzeiro, o pior ataque. Se o Atlético empatasse, a raposa mineira seria rebaixada, mas o Galo perdeu com extrema facilidade. Notícias postadas na internet antes do jogo sinalizaram um possível acordo entre os dois clubes, que são patrocinados pelo mesmo banco – o BMG, de Ricardo Guimarães, que foi também financiador do “Mensalão”. Hoje, o principal candidato à prefeitura de Curitiba é o pedetista Gustavo Fruet que, na época do escândalo político, se destacou ao revelar a conexão entre o BMG e o financiamento da base aliada. “O Ministério Público tem que entrar no caso e, se algo ficar comprovado, nós vamos lutar pelos direitos do Atlético Paranaense”, disse ele, que é torcedor do Coritiba,
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