quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Rio de Janeiro continua lindo... Até o governador é fora da lei

Depois do aborto, governador do Rio defende legalização do jogo

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB) defendeu nesta quinta-feira a legalização do jogo no país.

Para Cabral, a proibição de jogos de azar é uma "demagogia e hipocrisia" que os deixam impressionado.

Ele defendeu que as regras de fiscalização e controle sejam intensificadas, para evitar que haja lavagem de dinheiro por meio do jogo.

"O Brasil, francamente, tem problemas muito maiores quando se torna ilegal. Quando é ilegal, não vai para vocês, não vai para instituições como a Andef [instituição de caridade que cuida de deficientes físicos]. No mundo inteiro, quando é legal, vai para aplicação e recursos meritórios. Chega de demagogia, chega de hipocrisia, é isso que me deixa impressionado", afirmou Cabral, durante a entrega de veículos para entidades de assistência social, financiados por recursos da Loterj (Loterias do Rio de Janeiro).

Ao defender que haja mais regras rígidas e controle, Cabral lembrou o episódio do ex-deputado federal João Alves, que ganhou diversas vezes em loterias federais. Alves foi acusado de desviar recursos do orçamento e lavar esse dinheiro nas loterias.

"Não teve até deputado que ganhou loteria para ganhar dinheiro? E a loteria não foi proibida. Tem que fazer o controle, não pode tirar o sofá da sala, tem que melhorar o controle", afirmou.

Ao lembrar que países como Argentina, Estados Unidos e China liberam o jogo, o governador destacou que a legalização só traria benefícios ao Estado, com maior geração de empregos e arrecadação.

"Agora, certamente, à luz do dia, com legalidade, com transparência, instituições como vocês ganham, o Estado ganha, gera-se emprego formal do que jogos clandestinos em cidades do Brasil inteiro", disse.

Um comentário:

papai noel disse...

Isso mesmo libera geral e fica tudo como a casa da Maria Joana.Afinal este é o Brasil.Cabral "troca o chip"