Depois de ganharem uma ação judicial contra a Renault, que os acusava de terem orquestrado um acidente no GP de Cingapura, Nelsinho Piquet e seu pai Nelson agora são acusados de lavagem de dinheiro e corrupção na Federação Cearense de Automobilismo pela revista "Veja".
Na operação, batizada como "Podium", a Polícia Federal do estado reuniu provas mostrando que o tricampeão mundial de Fórmula 1 teria depositado R$ 2,7 milhões na conta da entidade. Este valor, na sequência, teria sido repassado para uma conta de Nelsinho no exterior.
Segundo a revista, as transações aconteceram entre 2005 e 2008 através de sua empresa, Autotrac. Nelson admitiu que passou a quantia e outros R$ 5,2 milhões a Nelsinho atavés da federação.
"Fiz assim, porque tenho boas relações com os cearenses", revelou.
A Federação Cearense de Automobilismo também é acusada de receber R$ 8,3 milhões de Diego Nunes, da Stock Car, para repassá-lo R$ 7,8 milhões no exterior. Xandy Negrão teria entregado "um dinheiro" ao então presidente da FCA, Hybernon Cysne. No período em que Cysne esteve no comando, a federação recebeu R$ 51 milhões em supostos patrocínios, cinco vezes mais que São Paulo, mas ficou com apenas R$ 4,6 milhões.
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