Psicopatia Política
A relação entre a psicopatia e o poder político abrange vários aspectos. Talvez o mais expressivo deles seja que um psicopata político é louco pelo poder. Esta constatação, porém, não deve induzir à conclusão de que todo político seja psicopata. Todavia, não se pode negar que o exercício do poder constitui o ambiente ideal para este doente moral.
Para o médico psiquiatra, Hugo Marietan, uma das maiores autoridades no assunto na América Latina, esse tipo de psicopatia não é necessariamente um doença mental, mas sim um modo de ser e de agir sempre desprovido de valores éticos ou morais.
Um político psicopata em geral é desprovido de preparo, com pouco estudo e quase sempre anti-social, depende de cargos eleitorais, pois, por mérito jamais chegaria ao poder.
Este ardiloso doente moral é um verdadeiro artista na arte de dissimular. Capaz de mentir com palavras e gestos, hábil em fingir sensibilidade, evoca Deus com facilidade nos seus discursos e se julga o “escolhido”.
O político psicopata é mestre em mentir e exagerar nas suas promessas, jamais, uma vez no poder, cumprirá o que prometeu.
Uma vez atingido o objetivo ele vira paladino do bem, sem guerra para combater cria inimigos imaginários, monta grupos de interesseiros e puxa-sacos, anda sempre acompanhado de capangas e provocadores. Na sua mente estranha isso é sinônimo de poder.
É muito comum o psicopata político estar sempre cercado de bandidos, pessoas que não se importam com a própria moral, que por migalhas e se portando como “buchas de canhão”, agridem e ameaçam seus críticos.
E os doutores? Tem também! Esses são sempre escolhidos a dedo. Experientes em falcatruas vivem na “moita”, usam com freqüência a justiça como ferramenta política de perseguição e intimidação, tudo com dinheiro público.
O político psicopata encara o exercício da Administração Pública, bem como os recursos a ela inerentes, como se fosse de sua propriedade, patrocina festas populares e obras eleitoreiras, para sua exposição pessoal, excluindo qualquer interesse público e utilidade social desses recursos.
O pior cenário para o político psicopata é a ausência de crise. Ele não se adapta a tranqüilidade, não a suporta. Ele precisa de crise, pois na paz, ele não tem papel. Talvez por isso, as sociedades e corporações lideradas por políticos com essas características vivam em crise, se não há crise, o político psicopata a fabrica, cria inimigos. Afinal ele precisa estar sempre combatendo alguém, ser reconhecido como herói, o salvador da pátria.
Bem, temos bons e lúcidos políticos, que certamente podem melhorar nossas vidas. E o remédio é escolher com mais critério quem vamos apoiar nas próximas eleições!
Comentário: Este texto foi publicado na minha coluna no jornal Via Vale, porém a foto ilustração do jornal é de inteira responsabilidade do editor do jornal.
Comentário: Este texto foi publicado na minha coluna no jornal Via Vale, porém a foto ilustração do jornal é de inteira responsabilidade do editor do jornal.

Vivemos isso hoje, dependemos de ignorantes. Alias os mais pobres são os maiores responsáveis por isso. Quem são os politicos de Caçapava? Cesar Nascimento, Rinco, Arnaldo Neto, Miltinho, e outros tantos que não tem estudo e nem experiencia, vivem caçando ganhos na política.
ResponderExcluirEXATAMENTE,TDO DE 1 POLÍTICO DE CAÇAPAVA...ANDANDO CERCADO DE CUPINCHAS,PROVOCANDO E COM RISOS FALSOS...E SEMPRE COM 1 DAS MÃOS NO BOLSO,PRA SENTIR SE AS MOEDAS AINDA ESTÃO LÁ...OPA...AGORA Ñ SÃO +MOEDAS,AGORA SÃO NOTAS MESMO.
ResponderExcluirImpressionante como tudo isso se encaixa direitinho com um político demente que temos atualmente em nossa querida cidade.
ResponderExcluirA contratação de politicos por cargos em confiança não é o problema, mas o perigo consiste sim que as contratações, na grande maioria das vezes, são sempre espúrias, mal feitas, embaladas em apadrinhamentos, visando a espoliação da coisa pública. Raramente se encontra pessoas que se habilitem aos cargos de confiança e que tenham mesmo a finalidade de ajudar sua cidade, estado e país. Infelismente é esta a toada deste Brasil varonil.
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